sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O cantinho das "Velhinhas da Barroja"

Penso que já é altura de se fazer um "melhoramento" na nossa aldeia!

Que tal substituir estes "descansos" já tão "velhinhos" ?





Este é o local preferido onde as "Velhinhas da Barroja" se reunem para alegremente conversarem sobre o tempo, a chuva, as galinhas, o bacalhau e as sobremesas! 

Não é oh "BALSAS"?

Vamos ver o que se consegue fazer!

Mas era bom que pudessemos contar com as Autarquias!

19 comentários:

  1. O desafio está lançado, quem ajuda na aquisição de bancos novos? Eu contribuo.

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  2. Bem pensada esta... :) de facto é um dos sitios preferidos... mas não é este o único... lembro-me por exemplo da porta da Micas :)

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  3. Bonita ideia
    Á que lhes dar a mão
    Para que essa gente boa
    Não viva na solidão.

    ALA Poemas
    Voz do Goulinho
    António Assunção

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  4. Com velhinhos e descanso
    Não se deve brincar
    Desejo estar presente um dia
    Para vos ver lá chegar.

    Velharias e antiguidades
    Para mim são coisas sagradas
    Recordam-me os tempos e alegrias
    Das nossas tenras idades.

    Eu sou de fazer novo
    Nunca de substituir
    Velho e novo lado a lado
    É presevar a razão de existir.

    Do meu quintal eu registei
    Outras ilustrações deste cantinho
    Se for autorizado
    Convosco as partilhocom muito carinho.

    Para Tinuviel,
    Que a Micas se refere
    Do meu quintal vejo um banco de homem
    Não avisto a porta da mulher.

    Se não sabem do que eu falo
    Aguardem para ver
    Se isto é um diário
    A próxima edição não é de perder.

    A noite já vai longa
    Eu já me sinto cansado
    Se estivesse no cantinho das velhinhas
    Estaria nas costas do S. Braz Abençoado.

    Aquele Abraço
    Balsas

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  5. Ficou muito admirado
    Mas feliz e mais contente
    Com o texto aqui lavrado
    Pela malta Barrojense

    É povo alegre e feliz
    Não olha só p'ro umbigo
    Sem altivez no nariz
    E Amigo do seu Amigo

    A malvada da saudade
    É sentimento que doi
    As saudades que eu sinto
    É da gente que se foi

    Eu gosto de renovar
    As obras feitas pr'o povo
    Também sou de opinar
    Vamos fazer de novo

    Nesse cantinho que falas
    Gosto eu de me sentar
    Ilustrações são retratos
    Que eu gosto de observar

    Falam de banco de Homem
    E de porta de mulher
    Quem se chama Tinuviel?
    Que responda quem souber

    Eu sei bem do que tu falas
    E não me vou esquecer
    Pode não ser um diário
    Mas estarei cá para ver

    Virei cá observar
    Os versos que são respostas
    Mas já é velho o ditado:
    "os Anjos, não têm costas"

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  6. Bem depois disto tudo que posso eu dizer?

    Viva o O cantinho das "Velhinhas da Barroja" xD

    :D

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  7. Ah Poetas da minha Terra!
    Eu que em quadra não escrevo que não sei fazer rimas, fico-me pela doce imagem que se tem do quintal para o monte, e para o banco, que não é só de homens, que eu já me lá sentei algumas vezes... Deixo o lirismo da vista acompanhado do perfume das laranjeiras e a saudade que os acompanha.
    E isto também é poesia :)

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  8. Se os anjos não têm costas
    São imagens descalças
    Aqui fica a resposta
    Do teu amigo BALSAS.

    O mistério está quente
    O inverno vai frio
    Se TINUVIEL conhece a Barroja
    O BALSAS conhece o POISIO.

    Não de deixes contagiar
    Por poetas a brincar
    Poemas à Barroja
    Até me fazem voar.

    Se os cantinhos vão ter bancos
    Cada qual no lugar que quer
    Se houver banco para homem
    Que se faça banco para a mulher.

    Nestas coisas de bancos
    Os assentos não são routos
    Se há para homens e mulheres
    Porque não um banco para os garotos?

    Esqueçam o Banco de Portugal
    Nesta nossa burguesia
    Se não os pagamos do nosso bolso
    Não contem com a Camara ou Junta de Freguesia.

    Se novos assentos aparecerem
    Têm de se fazer inauguração
    Porque depois das obras
    É tempo de uma boa refeição.

    Lá vão falar de comer
    É sempre a mesma seita
    Adeus e até para a proxima
    Que o sono já espreita.

    Aquele abraço
    BALSAS

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  9. eheheh Pois eu cá de cima te vejo no teu quintal... com rimas e mais poesia, e umas galinhas que ainda vou roubar para o jantar :)

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  10. Já sabia que eras Homem
    Para voltar a cá vir
    Imaginei as respostas
    E deu-me vontade de rir

    Eu não nasci na Barroja
    Aldeia a que bato palmas
    À Bochinha e ao Poisio
    E do Vale das Silveiras às Almas

    Esse tipo de contagio
    É doença desgraçada
    Faz-se um verso num minuto
    E uma rima à desgarrada

    Bancos diferentes não dá
    Mais vale tudo à mistura
    Entre Homem e Mulher
    Tanto lhe dá que até fura!

    Esta é conversa de adultos
    O que nos deixa cansados
    Não chames pr'aqui os garotos
    Deixa-os estar descansados

    Nesta idade que nós temos
    Lá me diz a experiência
    Para contar com a Junta
    Valha-nos a paciência

    Fazer uma inauguração? Claro!
    Mas podes ficar ciente
    Para cortar as fitas
    Não chames o Presidente!

    Lá vens falar em comer
    Deixa-me dizer o que sinto:
    No país é grande a crise
    Temos que apertar o cinto

    Galinhas outra vez? NÃO!
    Já não posso nem com o cheiro
    No minimo queijo e pão
    Ou um chouriço do fumeiro

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  11. Já que se puseram para aqui a rimar
    não posso deixar de tentar!
    Vamos lá puxar pelos neurónios
    e começar!

    Nesses bancos muitas vezes me sentei
    sem razão alguma aparentar
    simplesmente numa de descansar..

    Esses bancos são antigos
    como eu ainda não
    já lá tenho muitos amigos
    que neles se sentarão!

    Os garotos também aqui se sentaram
    simplesmente para brincar
    os adultos vão passando
    sem sequer nos olhar!

    Se vamos falar de comida,
    não nos podemos esquecer
    que a minha Hortense já caminha
    por isso é a valer!

    Bem sei que não posso competir
    nesta linda desgarrada
    mas pelo menos aqui deixei
    a minha passada!

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  12. Com a tua passada
    Vamos todos mais além
    Já li do teu pai
    Queria ler da tua mãe.

    Isto é brincadeira
    Já se está a tornar moda
    Se isto não rimar
    É porque não tem corda.

    O tempo a todos consola
    Mas a mim tem-me azar
    Quando estou a trabalhar não anda
    SE estou a brincar põe-se a voar.

    Aquele abraço
    BALSAS

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  13. Com tanta poesia, comida, inaugurações, e ideias, este blog está a começar a fazer concorrência ao facebook :) mas afinal, trocam-se os bancos ou não? eheheh

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  14. Trocam-se os brancos e os pretos
    Tudo aquilo que se quizer`
    Sempre com a força do homem
    E a vontade da mulher.

    BALSAS

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  15. Especialmente para o meu amigo Balsas

    Poeta não sou
    versos não sei fazer
    deixo isso para quem sabe
    e eu apenas fico a ler

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  16. Viva quem agora veio
    Mais quem agora chegou
    Estava para me ir embora
    Mas agora já não vou.

    BALSAS

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  17. Amiga Céu dáva-te uma flor
    Mas como não tenho jardim
    Dou-te um Presente Com Fita
    Para te lembrares de mim.

    BALSAS

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  18. Bom!!! agora que os rouxinois estão a descansar volto eu como meu desafio inicial. Quem contribui para esta causa? Eu até já pensei em publicar um livro com os versos dos poetas barrojenses. Seria uma ajuda para a aquisição. Acham bem?
    Um abraço a todos.

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  19. Boa TARDEEEEEEEEE!!!!
    Se com bancos velhinhos adormeceram todos, o melhor mesmo é nem comprar novos...
    Ainda respiram e mexem os dedos dos pés?
    Ou estão a seguir o provérbio de:

    Acabada a festa desmancha-se o trono.

    BALSAS

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